20 de fev. de 2011

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Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência

O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los
Cinthia Rodrigues (Cinthia Rodrigues)

CONCENTRAÇÃO Enquanto a turma lê fábulas, Moisés faz desenhos sobre o tema para exercitar o foco. Foto: Tatianal CardealDe todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.

Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.

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No geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público (leia a definição no quadro desta página). São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA (leia o último quadro).

A importância do foco nas explicações em sala de aula


SIGNIFICADO Na sala de recursos, elaboração de livro sobre a vida dos alunos deu sentido à escrita. Foto: Marcelo AlmeidaAlunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.

A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.

O que é a deficiência intelectual?

É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela.

Escrita significativa e muito bem ilustrada


COMUNICAÇÃO Vinicius superou o isolamento e melhorou a interação em atividades com imagens e sons. Foto: Léo DrumondA falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.

A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.

Quem não se comunica... pode precisar de interação

Outra característica da deficiência intelectual que pode comprometer o aprendizado é a dificuldade de comunicação. A inclusão de músicas, brincadeiras orais, leituras com entonação apropriada, poemas e parlendas ajuda a desenvolver a oralidade. "Parcerias com fonoaudiólogos devem ser sempre buscadas, mas a sala de aula contribui bastante porque, além de verbalizar, eles se motivam ao ver os colegas tentando o mesmo", explica Anna, da Unesp.

Essa limitação, muitas vezes, camufla a verdadeira causa do problema: a falta de interação. Nos alunos com autismo, por exemplo, a comunicação é rara por falta de interação. É o convívio com os colegas que trará o desenvolvimento do estudante. Para integrá-lo, as dicas são dar o espaço de que ele precisa mantendo sempre um canal aberto para que busque o educador e os colegas.

Para a professora Sumaia Ferreira, da EM José de Calazans, em Belo Horizonte, esse canal com Vinicius Sander, aluno com autismo do 2º ano do Ensino Fundamental, foi feito pela música. O garoto falava poucas palavras e não se aproximava dos demais. Sumaia percebeu que o menino insistia em brincar com as capas de DVDs da sala e com um toca-CD, colocando músicas aleatoriamente. Aos poucos, viu que poderia unir o útil ao agradável, já que essas atividades aproximavam o menino voluntariamente. Como ele passou a se mostrar satisfeito quando os colegas aceitavam bem a música que escolheu, ela flexibilizou o uso do aparelho e passou a incluir músicas relacionadas ao conteúdo. "Vi que ele tem uma memória muito boa e o vocabulário dele cresceu bastante. Por meio dos sons, enturmamos o Vinicius."

Fonte: Revista Nova Escola.

A legislação educacional que trata da inclusão

Educadores e pais fiquem por dentro da legislação educacional que trata da inclusão. Leiam a Revista Nova Escola.
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/inclusao-no-brasil/legislacao-educacional-trata-inclusao-482187.shtml

1. Constituição de 1988 (consultar o artigo 208)

2. Lei 7.853, de 1989, dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social

3. Estatuto da Criança e do adolescente, de 1990

4. Íntegra da Declaração de Salamanca, de 10 de junho de 1994, sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais

5. Capítulo da LDB, de 1996, sobre a Educação Especial

6. Decreto nº. 3.298, de 1999, regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência

7. A lei 10.172, de 2001, aprova o Plano Nacional de Educação que estabelece vinte e oito objetivos e metas para a educação das pessoas com necessidades educacionais especiais

8. Resolução número 2, de 11 de setembro de 2001 que institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica

9. Íntegra do Decreto no. 3.956, de outubro de 2001, que promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Guatemala)

10. Resolução do Conselho Nacional de Educação nº1/2002, define que as universidades devem prever em sua organização curricular formação dos professores voltada para a atenção à diversidade e que contemple conhecimentos sobre as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais

11. A lei nº 10.436/02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de
comunicação e expressão

12. Decreto No. 5.626/05 – Dispõe sobre a inclusão da Libras como disciplina curricular, a formação e a certificação de professor, instrutor e tradutor/intérprete de Libras

13. Decreto número 6.571, de 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre o atendimento educacional especializado

14. A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

10 passos para ter emoções em equilíbrio — Bons Fluidos

A conexão entre a nossa mente, os nossos sentimentos e o nosso corpo é tão evidente que voce não deve, de modo algum ficar surpreso quando digo que as emoções estão intimamente ligadas à tensão muscular.

Os sentimentos de raiva, e medo são acompanhados por um aumento de tensão, enquanto que a alegria e o afeto, são seguidos de uma descontração.
Leia a reportagem da revista Bons Fluidos e procure conhecer a si mesmo para que voce possa ter um bom dominio sobre suas emoções.

(primeiro passo) amor companheiro
Tolerância, afeto, diálogo e sinceridade. Eis os ingredientes que não podem faltar para se construir uma relação duradoura e feliz.

(segundo passo) o motor da autoconfiança
Essa força mora dentro de nós e, nas horas decisivas, nos encoraja, dizendo com entusiasmo: “Dê mais esse passo, você é capaz”. E assim, de conquista em conquista, fortalecemos a fé em nós mesmas. Saiba, então, como nasce esse potencial e o que você pode fazer para cultivá-lo.

(terceiro passo) o exercício da generosidade
Doar-se ao próximo, nem que seja por meio de pequenos gestos, é uma espécie de terapia que nos põe em contato com nossa humanidade e ainda contribui para o equilíbrio da sociedade. Portanto, sempre que tiver uma chance, não deixe de praticar essa ginástica do bem.

(quarto passo) o controle da ansiedade
Sofrer por antecipação, transformar a espera por algo ou por alguém em um martírio... Ninguém suporta viver sob o jugo dessa tirania que, além de nos oprimir, acaba com a saúde. Mas não se intimide. Você pode domar a fera.

(quinto passo) a arte de priorizar desafios
O segredo é se preparar para vencer as águas revoltas e seguir fortalecida rumo à concretização do seu projeto de vida.

(sexto passo) a arte de ser resiliente
Ao longo da vida, caímos, levantamos, sofremos alguns arranhões. Outras vezes, ferimentos profundos. Nos momentos difíceis, o importante é encontrar maneiras de lidar com a dor e acreditar, sempre, que um dia nossas feridas irão cicatrizar, tornando-se símbolos de superação.

(sétimo passo) santa paciência
Sem ela, não conseguimos enxergar os outros, o entorno e nós mesmas com clareza e profundidade. Tampouco esperamos o tempo preciso de colher os frutos de nossas investidas. Portanto, não permita que a aceleração do mundo mine sua capacidade de ser paciente.

(oitavo passo) o valor da amizade
Ao longo da vida, caímos, levantamos, sofremos alguns arranhões. Outras vezes, ferimentos profundos. Nos momentos difíceis, o importante é encontrar maneiras de lidar com a dor e acreditar, sempre, que um dia nossas feridas irão cicatrizar, tornando-se símbolos de superação.

(nono passo) a reinvenção permanente
Deixar para trás um terreno conhecido, mas pouco estimulante, é pré-requisito para uma vida mais vibrante e cheia de significado. O melhor é que, a qualquer momento, você pode acionar o efeito camaleoa e criar uma versão mais interessante de si mesma. Experimente!

(décimo passo) sem medo de ser feliz
A cada passo dado você sente que a felicidade se afasta alguns metros? Não, você não está perseguindo uma utopia. Talvez esteja, inconscientemente, queimando chances preciosas de se realizar. Por isso, queremos convidá-la a repensar as próprias atitudes para, quanto antes, ser capaz de interromper o ciclo destrutivo da autossabotagem.


site:http://bonsfluidos.abril.com.br/edicoes/0133/especiais/10-passos-ter-emocoes-equilibrio-608309.shtml?sms_ss=email&at_xt=4d3ccf9b490ef845%2C0

SITES INTERESSANTES

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SITES INTERESSANTES: (Fonte: http://verbaiuris. blogspot. com/2009/ 10/jus-navigandi -boletim- tematico_ 14.html

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*http://biblioteca. uol.com.br/

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http://noticias. uol.com.br/ licaodecasa

*Biografias :
http://noticias. uol.com.br/ licaodecasa/ materias/ biografiasa. jhtm

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*Fonte : Site UOL -* http://servicos. uol.com.br/

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23 de jan. de 2011

Pequenas mudanças de hábito podem prevenir câncer; veja dicas

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Oito porções de vegetais por dia reduzem risco de ataque cardíaco em 22%

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Especialistas aprovam teste para detectar mal de Alzheimer

21/01/2011 16h08 - Atualizado em 21/01/2011 16h47
Especialistas aprovam teste para detectar mal de Alzheimer
Exame escaneia o cérebro após injeção de substância no sangue.
Parecer positivo de cientistas foi dado à agência de medicamentos dos EUA.

France Presse
imprimir Um comitê de especialistas consultado pela agência americana para o controle de alimentos e medicamentos (FDA) aprovou um teste que permite escanear o cérebro para detectar o mal de Alzheimer, desde que os médicos recebam treinamento adicional para empregá-lo.

O procedimento consiste em injetar no sangue um produto químico chamado Amyvid, fabricado pela gigante farmacêutica Eli Lilly, que permite por em evidência, através de um escaner, depósitos proteicos que parecem desempenhar um papel importante no desenvolvimento da doença.

saiba mais

Cientistas dizem ter criado teste para diagnóstico precoce de AlzheimerExame de sangue pode detectar Alzheimer, afirma estudoO comitê consultivo de médicos votou de forma unânime esta quinta-feira por recomendar a comercialização deste processo sob a condição de que o laboratório demonstre que as imagens do escaner podem ser interpretadas corretamente pelos médicos formados para tal.

O teste da Eli Lilly, o primeiro deste tipo a ser examinado pela FDA, é um biomarcador denominado Florbetapit F 18, que se fixa e "ilumina" os depósitos de proteínas beta-amiloides para que o escaner possa detectá-los.

As placas de beta-amiloides parecem responsáveis pelo Alzheimer visto que, ao se acumular em áreas corticais - segundo observado em autópsias feitas em cérebros de pessoas que morreram vítimas desta doença - acabam destruindo os neurônios, o que leva a uma degeneração cerebral irreversível que afeta 26 milhões de pessoas no mundo.

A FDA não é obrigada a adotar as recomendações do comitê de especialistas, mas costuma fazê-lo.

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Riscos e benefícios do chá verde

Edição do dia 20/01/2011

20/01/2011 14h12 - Atualizado em 20/01/2011 14h13
Riscos e benefícios do chá verde
Ele ajuda a perder peso e a prevenir envelhecimento, mas é preciso tomar cuidado com a quantidade. Cápsulas podem contar substância em excesso.
Paulo Gonçalves
Campinas, SP

imprimir Um segredo milenar de saúde. Os últimos estudos na Europa revelam que o chá verde pode proteger o cérebro de doenças como o Mal de Alzheimer e previne contra o câncer.

Rico em substâncias que previnem o envelhecimento precoce das células do corpo.

“O chá verde apresenta a catequina que é um antioxidante, o flavonóide que tem uma ação vascular, a cafeína que melhora a parte cognitiva e melhora a parte cardíaca, e apresenta vitaminas também do complexo b, complexo c e vitamina k”, conta o nutrólogo Edson Credidio.

Ele também é indicado para o emagrecimento. “Porque acelera o metabolismo. A pessoa tem uma tendência a perder peso”, completa o nutrólogo.

Mas para obter os benefícios é preciso tomar o chá de forma correta.

“Nós devemos utilizar uma colher de chá rasa para cada xícara de chá. O ideal seria tomar após o almoço ou após o jantar. Algumas pessoas têm alteração de sono por causa da cafeína, então o ideal seria no almoço. Mas é uma vez por dia só. O excesso é prejudicial”, diz Edson.

O excesso seria mais de quatro ou cinco xícaras por dia e pode sobrecarregar o fígado e outros orgãos.

“Além da toxicidade hepática, pode provocar gastrite, úlcera gástrica com sangramento, que às vezes não é perceptível, causando problemas sérios ao paciente. Algumas substâncias do chá diminuem a absorção de ferro e a pessoa fica anêmica”, explica João Ernesto de Carvalho, coordenador de um centro de pesquisas da Unicamp.

A preocupação com o consumo descontrolado de chá verde ficou maior com a comercialização de cápsulas com um concentrado do produto. A Anvisa não reconhece a eficiência dos chás produzidos dessa forma.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Campinas, o chá verde em cápsulas tem uma concentração muito grande dos princípios ativos. Para se ter uma ideia, uma única unidade é equivalente a 10 xícaras de chá. Um exagero que em vez de trazer benefícios vai prejudicar a saúde.

“Pode causar diarreia, vômito, mal estar, batedeira, insônia, irritabilidade“, enumera o nutrólogo Edson Credidio.

“Quando você pega o chá, tira a água e põe em cápsula, ele passa a ser outro produto”, fala o pesquisador João Ernesto.

Em vez de tomar cápsulas, o médico Claudio de Lima Barbosa prefere misturar o chá verde com outras frutas para variar o sabor e ganhar saúde.

“Costumo fazer uma combinação de sucos de frutas com o chá verde. Com pêssego, abacaxi, abacaxi com hortelã, manga. Fica muito bom, saboroso e delicioso”, sugere o médico.

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Saiba como preparar as dietas mais procuradas no site do Globo Repórter

Edição do dia 21/01/2011 SITE: http://glo.bo/hJ6vUP
21/01/2011 12h08 - Atualizado em 21/01/2011 12h08
Saiba como preparar as dietas mais procuradas no site do Globo Repórter
Confira a receita da ração humana, veja quais são as 14 metas para emagrecer com saúde e descubra os benefícios da linhaça no dia a dia.
imprimir Aprenda a preparar ração humana

A busca incansável pelo emagrecimento tem uma nova receita: a ração humana. Você sabe o que é isso? São, pelo menos, 10 ingredientes, em pó e naturais.

Especialistas alertam que as pessoas não devem se alimentar somente desta mistura, nem exagerar na quantidade usada. É preciso ter cuidado também, porque dietas malucas podem fazer muito mal ao organismo, deixando os músculos mais fracos. Clique aqui e saiba como preparar a ração humana em casa.

Conheça as 14 metas da UPS para você emagrecer com saúde


Emagrecer para sempre: quem não gostaria? Qual é o melhor caminho pra chegar lá? O Globo Repórter revela a fórmula ideal, sem sacrifícios e sem riscos para a saúde. É o que garantem os pesquisadores do Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Um grupo de brasileiros está aprendendo os segredos da educação alimentar. Mudar hábitos que trazemos da infância é realmente muito complicado. O conselho da psicóloga Adriana Cezaretto, da USP, é para evitar criar armadilhas, como estabelecer metas grandiosas para se perder peso.

As nutricionistas da USP têm uma lista de 14 metas. Devemos aderir elas pouco a pouco, duas a cada semana, para perder peso. Clique aqui e confira as metas da educação alimentar.

Linhaça combate o efeito sanfona


Fibra promove a saciedade e ajuda a reduzir a ingestão de alimentos. Repórter testou a dieta e perdeu 3,2 quilos em um mês.

Contra os males do excesso de peso, mulheres unidas. De um lado, aquelas que estão cansadas do engorda e emagrece. Do outro, as nutricionistas da UFRJ. Juntas, estão testando os efeitos da linhaça no combate à obesidade.

"Cada participante da pesquisa recebe um plano alimentar individualizado, que ela deve seguir durante três meses. Fazemos consultas quinzenais, quando elas recebem os suplementos alimentares", explica Glorimar Rosa.

É neste momento que entra a linhaça. São três tipos. "A linhaça dourada apresenta uma maior quantidade de ômega-3 e ômega-6 em comparação com a linhaça marrom integral e a linhaça marrom desengordurada. Ela tem mais gorduras poliinsaturadas, que são benéficas, protetoras do nosso coração", esclarece Glorimar Rosa.

Parte desse grupo recebe óleo de peixe misturado com doce de morango sem açúcar, que também é rico em ômega-3 e 6. Clique aqui e saiba mais sobre a linhaça.